quarta-feira, 5 de março de 2008

A todas as mulheres


Há tempos que a mulher deixou de ser vista como sexo frágil, pois a cada ano ele assume mais papeisna sociedade: o de chefe de familia sem dúvidas é o que exige mais dela. Pois, ao assumir esse papel, ela agrega a ele mais um personagem de sua diversas identidades: a de mãe, pai, empresária.
E com essa concepção o simples ato de paquerar vai sendo substituido, por relacionamentos rápidos, não por que o romântismo se perdeu da essência feminina mais pelo corre corre diário que a maioria delas vivência.
Neste sentido me pergunto as vezes onde foram parar as Amélias, não as submissas mais aquelas que ainda acreditavam em caras metades, e relacionamentos estáveis.Talvez tenham sido sucumbidas pela exigência do mercado de trabalho, que obriga as mulheres a se prepararem cada vez mais intelectualmente, o que, associado ao trabalho e filhos em alguns casos, deixa pouco tempo para o romântismo e as vaidades do dia a dia.
Então em mais um mês dedicado as mulheres o que dizer a elas talvez se encaixe aqui as palavras do sempre grande para mim Che Guevara, seguidas de pequena adaptação: "Há de se endurecer sempre mais sem perder a ternura” no nosso caso há de se preparar sempre mais sem perder a nossa essência enquanto mulheres e femininas, e por que não nos permitir ser cuidadas, ao inves de cuidar de tudo e todos...

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